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Marius Petipa
Marius Petipa chegou na Rússia em 1847, após o diretor do Teatro Maryinsky tê-lo oferecido a posição de primeiro bailarino e um salário de 10,000 francos por ano. le permaneceu ali pelo resto da vida, trabalhando sob supervisão de Jules Perrot por 15 anos antes de o substituirem por mestre de ballet. Petipa revestiu a arte que havia estagnado nas demonstrações virtuosas da técnica clássica apresentada sem um conteúdo dramático. Sob sua direção artística, a Rússia se transformou no país-líder do ballet. Ele mesmo coreografou aproximadamente 60 peças, entroduziu o conceito de balé de longa-metragem e construiu o repertório da compania Russa.
Como coreógrafo, Petipa deu muito de sua atenção às passagens de solistas, marcando cada passo para suavizar as capacidades de seus bailarnos e conscientemente esculpindo os bailarinos à forma estrutural da música. Trabalhando com colaboradores de primeira classe como Tchaikovsky, Petipa foi mais que capaz de coreografar obras-primas qe são executadas até hoje. Seu senso treatral o lidou a dar efeitos de palco que eram convincentes. Ele acreditava em dançar pelo amor da dança.
Como instrutor da Escola Imperial, Petipa aumentou os estandartes para a técnica da dança e coreografias na Rússia à novas alturas. Ele atingiu o grau de coreógrafo em 1890. Sua produção de A Bela Adormecida atingiu um sucesso estrondoso, e foi seguido de grandes trabalhos como Dom Quixote, La Bayadère e Zoraya. Também vieram Cinderella, uma versão completa de O Lago dos Cisnes, Raymonda e Harliquinade, entre outros. A Bela Adormecida permanece como o ponto mais alto da união de Tchaikovsky e Petipa; é o apogeu do Ballet Clássico Russo.